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Doenças de pele no verão: você sabe quais são e como se proteger?

Doenças de pele no verão: você sabe quais são e como se proteger?

Enfim chegou a época mais esperada do ano e com ela muitos passeios à praia, cachoeiras, parques aquáticos.

E claro, sempre os locais estão lotados de pessoas que estão buscando o mesmo objetivo: se refrescar!

Porém, essa época, apesar de deliciosa, pode trazer algumas doenças típicas do período.

Então, separamos algumas delas para você conhecer e se proteger.

Bicho geográfico: é uma doença de pele que leva esse nome, pois, quando a larva entra no corpo (geralmente através de pés e glúteos) faz um caminho como se formasse o desenho de um mapa até chegar ao seu destino final, o intestino. Daí o nome.

A larva Ancylostoma braziliense (que ataca os gatos) ou Ancylostoma caninum (que ataca os cães), está presente nas fezes dos animais, ela penetra na pele através do contato, geralmente quando a pessoa senta diretamente na areia da praia ou anda descalço pela mesma.

Para se prevenir, nunca sente diretamente na areia e não ande descalço. Dê preferência por praias que não tenham a presença de cães e gatos.

Micose: uma das doenças mais comuns da estação, ela é um fungo que se prolifera na pele e consome a queratina presente, inclusive nas unhas. A micose acontece principalmente por conta da umidade que é a condição ideal para os fungos se reproduzirem e, quando esses microorganismos entram em contato com a pele causam a doença que ocorre principalmente um ambiente úmidos, piscina, praia, banheiros e etc.
Uma forma de prevenção da doença é manter sempre a pele seca, andar sempre calçado e se secar bem após o banho, principalmente em regiões com, dobras e vão dos pés.

Queimadura de água viva:  em algumas praias é comum encontrar com esses bichinhos, que apesar de bonitinhos podem causar um grande estrago e acabar com o passeio. Isso porquê, as águas vivas expelem uma substância química que, quando em contato com a pele, causam queimaduras podendo em alguns casos ser muito graves.
A forma de se prevenir nesse caso é evitar praias que tenham grande incidência de água viva e, caso não seja possível deixar de ir ao local onde elas estejam, não mexer com elas e ficar atento à superfície da água.

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