Qual a relação dos batimentos cardíacos com a demência?

A fibrilação atrial, um tipo de batimento cardíaco irregular que acomete algumas pessoas. É um tipo de arritmia em que o ritmo normal do coração fica fora de sintonia. As pessoas com esse problema podem ter um declínio mais rápido nas habilidades de pensamento e memória tendo um risco de maior de demência comparado às pessoas que não tem fibrilação atrial.

Um estudo publicado mês passado pelo "Neurology", o jornal médico da Academia Americana de Neurologia, constatou que, mesmo já sabendo que as pessoas conforme vão envelhecendo, tem mais chances de desenvolver fibrilação atrial, assim como mais chances de desenvolver demência, a pesquisa mostrou uma ligação clara entre os dois e descobriu que os pacientes com  fibrilação arterial que fazem o tratamento com anticoagulantes podem diminuir o risco de demência.

O tratamento com anticoagulantes é indicado para pacientes com fibrilação arterial, pois, com o batimento cardíaco irregular, o sangue pode se acumular  no coração, podendo formar coágulos que podem ir para o cérebro, causando
um derrame.



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